Moda Genial exclusividade dos membros Saturno

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Um produto de luxo é essencialmente um produto artesanal, pois o luxo tem critérios incompatíveis com a produção seriada. Para que uma bolsa, roupa ou jóia seja considerada de luxo, ela precisa ser exclusiva, de altíssima qualidade e original. Mas estamos frente a um dilema ... são necessários muitos "mestres" para criarem, produzirem e garantirem a qualidade desses produtos.
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A maioria das pessoas do mundo pensa que o que define o luxo é a marca e, por extensão, o preço. O que esses consumidores não sabem, é que as marcas de luxo se consolidaram como tal justamente por oferecerem ao mercado produtos artesanais. Hermès, Loewe, Gucci, Prada, Louis Vuitton ... a história de todas elas tem a mesma origem: um ateliê artesanal.

A Gucci, por exemplo, nasceu em Florença em 1921, produzindo malas de viagem em um sistema 100% artesanal. Guccio Gucci, o fundador, havia trabalhado em Londres no Hotel Savoy como concierge e sabia o que os ricos precisavam na hora de viajar. Foi assim que ele inventou suas malas e valises e se consolidou como uma das melhores botegas artesanais da Europa naquele momento. A marca só se tornou o que conhecemos hoje, nos anos 1980.

As demais, não têm histórias muito diferentes, o que prova que a roupa, as tendências e até mesmo a consolidação de um estilo, só aconteceu muito tempo depois, quando a cultura de moda inverteu o valor da roupa e o apreço pelo trabalho artesanal deu lugar ao valor da produção seriada.

Para entender porque o luxo é só artesanal

As técnicas manuais são o princípio número 1 do luxo.
Vamos a uma loja de departamentos, ao freeshop ou à flagship de uma "marca de luxo". Lá compramos um perfume, uma bolsa, um sapato ou qualquer outra coisa. Isso é luxo? Provavelmente não, pois o conceito número 1 do luxo é a escassez.
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