Historicamente, bens de luxo serviram como marcadores de status e identidade. De coisas a experiências que são “significados socialmente” expressando nosso gosto, poder e valores.
Hoje muita coisa mudou. Economia, sociedade, ambiente, digitalização, política, impactando o que esperamos em relação ao luxo. o que nos leva a uma investigação de 4 drivers para que a gente possa entender para onde caminha o luxo.
Como vemos o luxo hoje?
Os consumidores de luxo não se satisfazem mais com bolsas, roupas, relógios e joias, nem apenas em viajar ou ter outras experiencias de luxo. O futuro aponta que o luxo será feito de histórias e identidades, para que as compras sejam vistas como um lado positivo de nós mesmos. Trata-se de uma relação com as coisas e os eventos que nos circundam. Por isso, o luxo não pode mostrar-se apenas como algo indiscutivelmente belo. O luxo que consumimos deve ressoar enriquecimento cultural.
As marcas mais preferidas serão aquelas visionárias e protagonistas, curadoras de cultura em sua comunidade, e que possuem um lado humano forte. O luxo deve representar a “riqueza de oportunidades” de histórias, de criatividade e de parcerias, bem mais vistos como “encontros”.
As marcas mais preferidas serão aquelas visionárias e protagonistas, curadoras de cultura em sua comunidade, e que possuem um lado humano forte. O luxo deve representar a “riqueza de oportunidades” de histórias, de criatividade e de parcerias, bem mais vistos como “encontros”.
